Mais restart
março 7, 2011 at 3:32 am Deixe um comentário
Ok. Continuando o que comecei ontem… Eu vim passar o feriado de carnaval na casa de um primo em Saquarema, no Rio de Janeiro. Certa de que o estado símbolo de sol, praia e gente bronzeada me agraciaria com seu cenário digno de novela do Manoel Carlos, fiquei feliz da vida imaginando todas as fotos e os níveis de melanina da minha pele aumentando vertiginosamente. MAS choveu. Choveu muito, minha gente. Daí eu resolvi voltar a escrever, já que não tinha mais nada pra fazer mesmo e que era uma coisa que eu planejava há bastante tempo.
Hoje (como já passa das 02:00h da manhã, isso foi ontem então) a targuetada carioca se reuniu com a capixaba em um churrasco com muitos Targuetas que não eram vistos juntos há aaaaaanos e anos. Correu tudo bem, tudo legal, até o sol deu o ar da graça no fim da tarde. Foi uma confraternização com direito a conferência (mal sucedida devido à péssima qualidade do sinal 3G neste lugar) com Xexa, que tá morando em Curitiba city, emoções, risadas, lágrimas e muita comelança, lógico.
Até aí, beleza. Família feliz, a noite prometia ser tranquila, afinal de contas, a muvuca é só no centro da cidade e nós estávamos no aconchego do lar, certo? Claro que não! Erradíssimo! Pois eis que surge a ideia de sairmos para visitar uma tal feirinha. E, gente, eu ATÓRON um carnaval (carreguem toda a ironia possível e impossível nessa frase, por favor). Pior que eu fui, fui e fui de SALTO. Eu, essa jamanta de 1,80m de puro desengonço que lhes escreve, fui passear nas ruas de paralelepípedo usando HIGH HEELS! #morri
Depois de caminhar entre as barraquinhas, arrematar duas pulseiras fofas, ver um bando de homens vestidos de mulher e chamando a gente de mocréééia e tomar o pior açaí sa história, imaginem só a situação das minhas panturrilhas neste exato momento. Contudo, o ponto alto da noite foi o carinha fantasiado (espero que aquilo realmente fosse fantasia) de Restart no porta malas de um Gol que estava bem na frente do carro de mamãe. Ele ficou fazendo graça pra gente o tempo todo só que sem aquela vulgaridade peculiar de dias carnavelescos (e da maioria absoluta dos homens em dias normais também). Pronto, ganhei a noite. Vou dormir com as pernas doendo, mas vou feliz, ouvindo o barulho das ondas e os roncos estrondosos do meu pai. ¬¬’
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