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Como funciona Crepúsculo II
No meu caso, depois das 10 primeiras páginas… devorei todo o resto. Seja lá porquê. Edward, o homem quase-perfeito inatingível, ou a recriação de vampiro com um quê humano, bastante romântico.
Eu não entendo porque existe tanta polêmica sobre um livro como Crepúsculo. Aconteceu a mesma coisa com Harry Potter (adoooro) e o Código da Vinci. São obras que se tornaram best-sellers, e daí? Assim como aconteceu aqui no CD’ – entre a porca tradução da Denise para o texto do The Oatmeal e seus devidos comentários -, todo o blá-blá-blá sobre como Crepúsculo age sobre as cabeças influenciáveis das nossas indefesas pré-adolescentes (aham, conta outra) não resulta em nada muito construtivo. Desculpa aí.
Eu li e assisti Crepúsculo. Digamos assim que…
O livro para mim foi viajar naquela história totalmente fora da minha realidade… eu não podia sonhar que Edward, ou algum de seus vampirescos colegas lindamente perfeitos fosse aparecer na minha vida. Assim como eu também não pude sonhar em ter um vira-tempo igual ao da Hermione (e não era nada mal). Foram momentos de diversão, e de enriquecimento… ler é sempre um aprendizado. Então eu não entendo. Crepúsculo faz das mocinhas que o leem vítimas? Eu hein.
O filme, sem muitos comentários. É claaaro que nem chega aos pés do livro… e isso todo mundo já deveria saber, é sempre assim.
Agora, eu concordo que a Bella é um tanto chatinha. A versão da mesma história contada por ele deve ser muito mais interessante. Para quem ainda não sabe, o início de Midnight Sun vazou na internet, e parece mesmo que a autora Stephenie Meyer pretende terminar o livro... Afinal, vende né?
Fiquem calmos. Meyer, Rowling e Brown são criativos e sabem escrever… Mas não serão equiparados a Drummonds, Fonsecas e Moraes.
Redundância, pleonasmo, tautologia.
Hoje, quando amanheceu o dia, tive uma surpresa inesperada! Recebi um e-mail pedindo para eu comparecer pessoalmente ao Museu de Arte… já que todos foram unânimes e tiveram certeza absoluta que eu deveria retornar de novo a expor meus trabalhos. Disseram que o acabamento final da minha nova criação é de fato realmente cheio de detalhes minuciosos e representa o elo de ligação existente entre todos os países do mundo e entre a multidão de pessoas neles residentes. Em anexo junto ao e-mail havia um questionário a ser respondido sobre os meus planos para o futuro! Gritei alto ao saber de tudo isso, e o que resta nesse momento de agora é encarar de frente essa outra alternativa de vida.
Nada disso aconteceu hoje comigo. Eu nunca participei de uma exposição artística (se bem que, esse dia não está longe – uhu!).
O que eu queria saber é porque cargas d’água se desperdiça tanta palavra! Vamos começar do início (nesse caso não é um desperdício. O uso da redundância foi intencional e com finalidade de ironizar o texto ¬¬’. Será mesmo que tudo se começa do início?)
Bem, o repetitivamente repetido uso de palavras e idéias tem nomes. O pleonasmo é sair para fora (pleonasmo vicioso); é “E rir meu riso“, no Soneto da Fidelidade de Vinícius de Moraes (figura de linguagem) . Ele é caracterizado por enfatizar uma expressão. A tautologia é um elo de ligação. É a repetição de um significado usando palavras diferentes e geralmente é ocasionada pelo desconhecimento do real sentido dos termo empregados ou simplesmente pelo costume. Já quando dizemos redundância, estamos falando de todos os tipos de repetição (inclusive pleonasmo e tautologia). Ou seja? Na dúvida, diga que foi redundante!
É claro que todos nós muitas vezes nessa vida já abusamos da pluralidade de termos e expressões completas de significados da língua portuguesa… e cometemos uma gafe. Se essa gafe foi um pleonasmo, provavelmente foi engraçado e você também riu da própria falha. Se foi tautologia pode nem ter sido uma gafe; pode ter passado despercebido; ou alguém ficou pensando que você é burro (ha-ha-ha).
É isso galera. Não é preciso ficar calculando cada coisa que se diz/escreve. Mas tomem cuidado para não ter uma hemorragia de sangue… principalmente se você estiver prestanto um concurso, fazendo prova… esse tipo de coisa.
Divirtam-se: Nóis na Fita (sobre tautologia); Melhores do Mundo (erros gramaticais).


